Aproveitem o réveillon
31 sábado dez 2011
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31 sábado dez 2011
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30 sexta-feira dez 2011
Posted in DDI
Tags
Character Builder, Compendium, DDI, Dragon Magazine, Dungeon Magazine, Dungeons and Dragons Insider, Gilthanas, Monster Builder, Staff of Striking and Healing
Olá Companheiros!
Entre panetones de natal e lentilhas de ano novo, volto com um pequeno post pré-réveillon, torcendo para que não tenhamos um Cataclismo como em Dragonlance e que não caia sobre nossas cabeças uma montanha de fogo ao final de 2012.
E para começar bem o ano, voltei a assinar o Dungeons & Dragons Insider (ou DDI para os íntimos) para começar a adiantar o material para minha campanha na Guerra da Lança, que pretendo iniciar entre janeiro e fevereiro. É realmente impressionante como estas ferramentas online são úteis! Além das centenas aventuras e artigos, é realmente de chorar de emoção com a funcionalidade do Character Builder, do Monster Builder e do Compendium, que funciona praticamente como um Iconochronos para D&D, registrando todas as entradas de todos os livros até o momento.
Por isso, resolvi preparar esse pequeno artigo com sugestões de como aproveitar melhor essas ferramentas em sua adaptação de Dragonlance!
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23 sexta-feira dez 2011
Posted in Raças
Tags
Ansalon, D&D4e, Dargonesti, Dimernesti, Elves, Half-Elves, Kagonesti, Qualinesti, Sea Elves, Silvanesti
Depois de dois posts falando como encaixar as novas raças básicas de D&D4 em Dragonlance, chegou a hora de trilhar o caminho oposto. Hoje vamos adaptar uma das raças mais icônicas de qualquer cenário de fantasia e certamente uma com as histórias e tragédias mais bem trabalhadas em Dragonlance: os Elfos de Ansalon!
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15 quinta-feira dez 2011
Posted in Raças
Tags
Blood Sea, Cataclysm, Istar, Kingpriest, Maquesta, Mar de Sangue, Order of the Divine Hammer, Rei-sacerdote, Tiefling
“Herdeiros de um império antigo e arruinado, eles vagam pelas terras dos homens como uma sombra de sua glória passada. Um dia foram humanos mas hoje ostentam as marcas da maldição de sua corrupção e são obrigados a seguir seus caminhos num mundo os odeiam e os temem.”
Donos de uma história trágica de poder, corrupção e queda, os Tieflings representam um povo com grandes oportunidades de interpretação e seria um grande desperdício deixar-los de fora de qualquer jogo de Dragonlance. Mas como encaixar esse povo amaldiçoado em sua campanha sem parecer forçado?
A solução trivial seria usar o recurso da Greygem e o poder do caos. Mas creio que isso tiraria muito da tragédia que envolve sua história. E por mais que preferirisse criar um gancho mais distante no passado de Krynn, acho que o momento perfeito para o surgimento dos Tieflings seria decorrente ao Cataclismo. Imagine o seguinte:
O Império Sagrado de Istar com sua tirania de “bem” conquistou boa parte do mundo conhecido, fazendo frente até mesmo a poderosa Ordem da Alta Feitiçaria. A Ordem do Martelo Divino foi a principal responsável pela perseguição e chacina dos opositores a doutrina do Rei-sacerdote, que se deixou corromper por suas ambições de poder. Seus seguidores espalharam-se por toda Ansalon, e eram temidos e respeitados.
Mas então do céu chuveu fogo e a Cataclismo veio para punir os pecados de Istar, e o fogo marcou aqueles entre os mais ardorosos seguidos do Rei-sacerdote. Não se sabe se por obra dos deuses do bem ou mal, mas entre os zelotes sobreviventes, muitos foram marcado para sempre com o sinal de sua corrupção e que passaria de geração em geração. E assim surgiram os Tieflings: um povo amaldiçoado, sem terras e sem honra.
Por muitos anos, os Tieflings foram perseguidos e culpados pela Cataclismo, o que obrigou muitos a se refugiarem em lugares remotos. Uns poucos, por ainda possuirem forças e meios para se defender, conseguiram reunir os parcos aliados que restaram e conquistaram alianças que permitiram sua permanência em grandes cidades.
Atualmente Tieflings podem ser encontrados em várias assentamentos humanos de Ansalon, especialmente em cidades mais cosmopolitas e tolerantes. Ainda assim, não raro um mercador viajante pode ser visto em cidades como Tarsis ou Heaven, mesmo que tratado com muita desconfiança. Mas outros, cansados do preconceito procuraram seguir sua vida no Mar de Sangue, como navegadores ou piratas.
Temos com isso uma grande gama de opções para personagens Tieflings. Com a escolha certa de temas e backgrounds, é possível fazer desde o misterioso mago renegado ao paladino andante até o rato do mar. Alias, veja a imagem abaixo e me diz que a Maquesta não daria uma ótima Tiefling?
Até a próxima!
14 quarta-feira dez 2011
Posted in Magia
Uma das dificuldades de adaptar Dragonlance para qualquer sistema de regras é que desde sua gênese sempre existiu aspectos muito únicos do cenário. E um desses é a forma como a magia arcana é tradada, e como as três Luas influenciam os magos da Ordem da Alta Feitiçaria.
Em tempos de AD&D, tínhamos uma tabela que indicava os bônus e as penalidades de acordo com a fase da Lua patrona de cada ordem. O que parecia interessante, se tornava um inferno para mestres e jogadores de magos para definir exatamente seu bônus em cada momento da aventura.
Pessoalmente, acredito que a melhor forma de definir a posição seja por arbitragem do mestre. Se ele achar que é a Lua da sua ordem está cheia, você ganha o bônus. Mas para os mais meticulosos, nas páginas 93 e 94 do Campaing Setting de Dragonlance tem regras até simples, mas dependem da tabela das Luas.
Mas aqui, gostaria de sugerir uma opção simples para lidar com os bônus sem criar dificuldades no preenchimento da ficha via Character Builder. Basicamente trate a Moon Magic como um novo implemento secundário para magos da Ordem da Alta Feitiçaria, com o bônus variando de acordo com a conjunção das Luas conforme abaixo.
| Lvl | Lua Cheia (d8) | Noite do Olho (d10) |
| 1-5 | +1 | +2 |
| 6-10 | +2 | +3 |
| 11-15 | +3 | +4 |
| 16-20 | +4 | +5 |
| 21-25 | +5 | +6 |
| 26-30 | +6 | +7 |
O bônus aumenta gradativamente com o nível do personagem, refletindo sua afinidade maior com o poder arcano de Krynn. O bônus entre parênteses representa o dano extra por modificador em caso de acerto crítico. Se o mago estiver usando um outro implemento, ele deve sempre decidir qual usará no momento do ataque.
Por simplicidade, resolvi não dar penalidades na Lua Nova. Mas se julgar necessário, acho que basta dar -1 Healing Surge para refletir que o mago se sente mais fraco, menos disposto.
Em todo caso, para o bônus ficar mais significativo, acho que vale a pena o mago pegar o feat Dual Implement Spellcaster, do Arcane Power. Com ele, o personagem poderá optar por usar o bônus da Lua como adicional de dano em seus ataques.
Espero que com essa sugestão seja possível trazer um pouco do gostinho da magia de Dragonlance mas sem maiores preocupações de equilíbrio ou administração.
Até a próxima!
13 terça-feira dez 2011
Posted in Raças
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Ansalon, Bakali, D&D4e, draconato, draconian, draconiano, Dragonborn, dragoniano, Dragonlance, Taladas, Third Dragon War, War of the Lance
Sempre quando procuro por ai adaptações das raças de Dungeons and Dragons 4e para Dragonlance, a associação mais comum que encontro é dos dragonborns como draconianos. É de se entender, afinal, qual outra raça de Dragonlance é Top of Mind quando falamos de homens-dragões?
O problema que sempre vi com essa propostas é que os draconianos foram literalmente feitos para serem antagonistas. Além do segredo macabro envolvido em sua criação, o trunfo de um draconiano está no momento de sua morte, e isso não é muito divertido para a maioria dos jogadores…
Outra questão que me incomoda é que só seria possível jogar com dragonborns / draconianos a partir da Guerra da Lança. Em qualquer outra campanha anterior, essa opção estaria inviável. Isso sem mencionar no problema que seria jogar com um draconiano DURANTE a Guerra da Lança! Então prefir tomar outro partido, usando um povo apresentado na livro do Tales mas muito pouco explorado até hoje: os Bakali.

Esse povo lagarto tem lendas que contam que foram o primeiro povo a andar por Krynn, antes mesmo da criação dos ogros, elfos e homens, numa época em que os dragões dominavam a terra e eles os serviam e adoravam como deuses. Mas com o desenvolvimento dos outros povos, eles simplesmente desapareceram de Ansalon, talvez migrando para os pântanos de Taladas.
É sabido, no entanto, que tiveram uma crescimendo substancial durante a Terceira Dragon War, servindo nas tropas da Rainha das Trevas. Terminada a guerra, seus números foram diminuindo ao ponto de serem dados como extintos.
Mas como reinventar os Bakali para serem usados como Dragonborns? Minha primeira sugestão seria colocar que dentre os Bakali, sempre existiu um casta mais forte e dominante. Durante a Terceira Dragon War houveram aqueles que se se uniram as forças de Takhisis e outros que se mantiveram neutros ou até mesmo lutaram contra. E talvez esses féis de Paladine tenham sido presenteados com o direito de habitar as Dragon Isles.
Num jogo mais tradicional, os Dragonborns seriam estrangeiros em Ansalon, talvez buscando aventuras com um propósito muito claro. Não muito diferente do que é feito com os Irda. Mas também é possível adotar uma abordagem mais branda, adotando que sempre houveram outros “High-Bakali”nas principais cidades, especialmente as mais cosmopolitas. Em qualquer dos casos, existem ótimas oportunidades de plots para personagens deste povo.
12 segunda-feira dez 2011
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Dois anos se passaram desde que inaugurei este espaço sem ter dado a devida atenção. Os motivos foram vários, mas o principal é que acabei aceitando o convite de um amigo para criar um podcast e assim nasceu o Holocast, o podcast de Star Wars Saga da Terceira Terra.
A disponibilidade ficou escassa e vi que não daria para me dividir em vários projetos e assim tem sido até hoje. Mas o Rio do Tempo correu e as estações junto dele. Hoje, a quarta edição de Dungeons & Dragons encontra-se em sua maturidade plena e sinto que é chegada a hora de retornar às terras de Ansalon.

Tendo como lema nem só as regras precisam mudar, trarei aqui ideias de como retrabalhar elementos do cenário de Dragonlance para encaixar na nova edição de D&D, mudando o mínimo de regras e aproveitando o material publicado até o momento apenas dando o sabor específico.
Trarei também reportes de jogo e campanha e sempre que possível, reviews de livros e indicações de outras mídias como desenhos, HQs e podcasts.
Então convido que se sente próximo a lareira e acompanhe as histórias deste afluente do Rio do Tempo. Até nosso próximo encontro!